segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Escuta Aqui (CENSURA) - Fabio Brazil Xavier
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Compartilhando o Desabafo de Maria Rita Kehl!
Dois pesos...
Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.
Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.
Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.
Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.
O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".
Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Eleição
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Pé de Nabo!
Queria compartilhar essa musiquinha com vocês! É infantil, mas tem uma mensagem que serve para todo mundo! Gostar de si mesmo, aceitar os outros como são e viver a vida intensamente, mas sempre com alguns sacrifícios!
Curtam a musiquinha!!!
Pé de Nabo
Composição: Sandra Peres / Luiz Tatit
Ser assim é uma delícia
Desse jeito como eu sou
De outro jeito dá preguiça
Sou assim pronto e acabou
A comida de costume
Como bem e não regulo
Mas tem sempre alguns legumes
Que eu não sei como eu engulo
Brincadeira, choradeira,
Pra quem vive uma vida inteira
Mentirinha, falsidade,
Pra quem vive só pela metade
Quando alguém me desaponta
Paro tudo e dou um tempo
Dali a pouco eu me dou conta
Que ninguém é cem por cento
Seja um príncipe ou um sapo
Seja um bicho ou uma pessoa
Até mesmo um pé-de-nabo
Tem alguma coisa boa
Tentei colocar a musiquinha aqui mas não consegui... Segue o site do Palavra cantada! Depois eu prometo colocar o video!!!!
http://www.palavracantada.com.br/final/index.aspx
Bjiños
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Complemento do post anterior
Eu preciso dizer que te amo
Beijinhos e desculpem a ausência... falta de tempo!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Ontem fui almoçar em um restaurante na minha cidade (do interior de SP). Notei que as pessoas se vestiam da mesma forma (homens: camisa polo e calça jeans, ou camisa de um time de futebol da europa e bermuda; mulheres: calça jeans justinha, salto alto, bluisinha soltinha - nude e todas de cabelos lisos...). A maioria era homem, a maioria falava bem alto, a maioria bebendo cerveja... Havia uma turma perto com um chavão irritante, aliás o mais irritante de todos os tempos: "Ah muleque" . Eles diziam isso e faziam uma dancinha... Incessantemente... Algo assim para chamar a atenção das pessoas... Achavam que estavam sendo divertidos, engraçados...
Foi aí que eu percebi o quanto as pessoas se adaptam para serem aceitas pelos amigos... As pessoas entram na forminha da turminha... E ficam todos iguais. Ficam repetindo as mesmas babaquices, falam sempre dos mesmos assuntos, se vestem todos da mesma forma, todos tem a mesma forma (nesse caso: bombadinho gordinho). A personalidade torna-se unica. O grupo fecha... O mesmo acontece aqui no bairro da Liberdade que tem um grupinho de emos que colocam chapeuzinho com orelhinhas...Mas esses eu até perdoo, pois são adolescentes, ainda estão formando a personalidade... Como eu falei em um dos posts, ja fui mto influenciada pelo meio tb, até ser oq eu sou hj, uma metamorfose ambulante... hehe
É legal se colocar em uma posição de observador julgador... Mas é ERRADO... hehe Falei td isso para dizer que estou fazendo algo errado??? Como eu disse, eu nem sei direito oq estou dizendo. Esse blog é de desabafo sem a menor intenção de influenciar alguem, ou ofender... São opiniões minhas, como disse nos parágrafos anteriores: odeio formas! Odeio tipos... Odeio quem faz tipo... E eu não estou aqui no blog para fazer tipo, mto menos para criar tipos!
Agora eu consigo colocar um título? Não... a criatividade está ZERO! Dane-se, para não dizer outra coisa! iiiii momento revolta!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Hj acordei com uma sensação...

terça-feira, 29 de junho de 2010
Sobre meus pais...
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Continuando a polêmica...

Haiti
Caetano Veloso e Gilberto Gil
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Amizades...

Tenho amigos verdadeiros. Amizades de mais de 25 anos e amizades de 3 meses...
Os meus amigos me ensinam, mesmo de longe, com atitudes boas, éticas, corretas... Os meus amigos me alegram com sorriso, com uma piada, com bobagens... Me confortam com um abraço, com um tapinha no ombro, e até com um bom dia pelo twitter.
Os meus amigos me entendem! Sempre! e como me entendem! Desde a minha pior piada até o meu maior piti!
Meus amigos são unicos em suas personalidades e eu amo cada uma! Gosto dos amigos criticos, gosto dos amigos festeiros, gosto dos amigos engraçados, gosto dos amigos meigos, gosto dos amigos truculentos, gosto dos amigos bobos, dos amigos bravos, dos amigos "manos" rs...
Amo quando falo ao telefone, pelo msn, e principalmente amo encontrar meus amigos, pq por mais longe que estivermos e por mais tempo que passemos distantes, amigos de verdade sempre terão assunto, sempre sentirão alegria ou tristeza juntos.
Amigos, fico feliz em tê-los na minha vida, mesmo os que não estão por perto, fico feliz em tê-los no meu coração!
sábado, 19 de junho de 2010
Doar...
